sábado, 19 de março de 2011

Sexo seguro ou sexo menos arriscado?

Há poucos dias, terminou o Carnaval no Brasil (em boa parte dele, pelo menos). Campanhas do Ministério da Saúde acerca da conscientização sobre o uso do preservativo são comuns nessa época do ano, visto que no Carnaval aumenta o número de pessoas mantendo relações sexuais fora de um relacionamento duradouro. Slogans como “Bote a camisinha em sua história de Carnaval” e “Seja qual for a fantasia, use camisinha” incentivam as pessoas a fazerem uso do preservativo. Mas será que a camisinha é realmente eficaz?


Imagine a seguinte situação: a melhor pizzaria da sua cidade divulga que 1 em cada 10 de seus clientes terão uma doença de intestino e poderão até mesmo morrer. Você comeria nesta pizzaria? O prazer da melhor pizza da cidade valeria o risco? Pois bem, segundo dados oficiais esta é a “margem de erro” da camisinha, considerando seu uso típico. Há quem possa dizer: “Mas a chance de se infectar é pequena, é de apenas 10%”. Mas vamos levar em conta outros dados: considerando que nem sempre as pessoas fazem sexo com alguém que esteja infectado, nem sempre as mulheres estão em seu período fértil (que corresponde de 6 a 10 dias por mês), esse valor de 10% subiria se em todas as relações houvesse risco. E se esses 10% equivalem exatamente ao número de vezes em que uma pessoa se relacionou com alguém que possuía algum tipo de doença sexualmente transmissível ou a mulheres que estavam em seu período fértil? Na verdade, fazer sexo com camisinha equivale a brincar de roleta russa, cuja a chance de tomar um tiro é de 11,6%.




Não estou aqui dizendo que a camisinha não funciona nunca. Não é essa a minha intenção. Mas a camisinha apresenta riscos que muitas vezes não são mencionados pela mídia. Muito provavelmente isso acontece porque se a mídia divulgar que a camisinha não produz o sexo seguro, as pessoas vão deixar de usar de uma vez por todas. E esse não é o objetivo. Qualquer proteção é melhor que nenhuma proteção. Contudo, está sendo negado às pessoas o direito de saber exatamente a gravidade da coisa. É necessário alertar o público de que o uso do preservativo acarreta possíveis danos à saúde, para que a pessoa decida qual a melhor atitude a tomar.


Há uma grande polêmica em torno do uso da camisinha e sua proibição pelas igrejas, principalmente a católica, na figura do papa. O papa é comumente tachado de antiquado, retrógrado, anti-democrático. Contudo, Luc Montagnier, o cientista que descobriu o vírus do hiv, dizia: “são necessárias campanhas contra práticas sexuais contrárias à natureza biológica do homem. E, sobretudo, há que educar a juventude contra o risco da promiscuidade e o vagabundeio sexual” (Montagnier. “Aids: Natureza do Vírus”, em Atas da IV Reunião Internacional da aids, 1989, p. 52). Note-se que não é o padre que fala no confessionário, nem o papa na Praça São Pedro, mas o cientista-descobridor do hiv. Se olharmos o que diz o site do CDC (Center of Disease Control - Centro de controle de doenças) acerca do preservativo, veremos a afirmação de que a camisinha é altamente eficaz no controle de doenças sexualmente transmissíveis em relações heterossexuais, desde que usada de maneira adequada (no caso de homossexuais, o coito anal produz fricção e diminiu a eficácia do preservativo). Contudo, o mesmo site diz que, para prevenir doenças e vírus (com o hiv), a primeira coisa seria “abster-se da atividade sexual ou estar em uma relação duradoura monogâmica de ambas as partes com um parceiro não infectado”. Ou seja, o papa não está de todo errado em seu posicionamento de que a melhor prevenção é a abstinência.



Para exemplificar como pode acontecer a falha na camisinha, vamos a uma analogia. Imagine que você recebeu um balão de aniversário e deixou-o num canto da sala por uma ou duas semanas. O que acontece com o balão? Ele murcha. E por que isso acontece? Porque o material do balão é poroso e permite que partículas de ar escapem por seus poros. Muito bem, o balão de aniversário é feito de latex, mesmo material de que é feita a camisinha. Logo, a camisinha é feita de um material poroso. Em 1992, o Dr. Ronald F. Carey, pesquisador da FDA (Food and Drugs Administration - Administração de comida e drogas, espécie de ANVISA americana), introduziu microesferas de poliestireno do diâmetro do hiv em preservativos que tinham superado positivamente o teste da FDA e os submeteu a variações de pressão similares às que se produzem numa relação sexual: um terço deles perdeu entre 0,4 e 1,6 nanolitros. Numa relação sexual de dois minutos, com um preservativo que perde um nanolitro por segundo, passariam 12.000 vírus de hiv. Este vírus é 450 vezes menor que o espermatozóide. O Dr. Ronald F. Carey pôs à prova 89 preservativos em uma máquina simuladora da relação sexual, e encontrou que pelo menos 29 deixaram passar partículas do tamanho do vírus da aids. A falha foi de 33% (Ronald F. Carey, William A. Herman, Stephen M. Retta, Jean E. Rinaldi, Bruce A. Herman e T. Whit; Eficácia dos Preservativos de Látex corno Barreira a Partículas do Tamanho de Athey – A um Vírus da Imunodeficiência Humana sob condições de Uso Simulado – Doenças Sexualmente transmissíveis, julho-agosto, 1992, pp. 230-234).


Se assim é, se o próprio site do CDC americano afirma que o uso do preservativo traz um sexo com menos risco e não sexo seguro, por que os programas do governo brasileiro em nenhum momento mencionam a abstinência como método eficaz de controle de DST’s? Uganda conseguiu baixar sua taxa de infecção por hiv de 20% (em 1991) para 6% (em 2002), baseando-se numa política sanitária de fidelidade e abstinência sexual, ao contrário de outros países africanos que centraram a prevenção no uso da camisinha e cuja taxa de infecção continua a subir (como Botsuana, Zimbábue e África do Sul, que ocupam os primeiros lugares na lista de contágio).

Incentivar o uso do preservativo é aumentar a exposição das pessoas a situações que poderiam apresentar risco de contaminação. Ainda assim, as campanhas vão continuar a incentivar o uso da camisinha, pelo simples motivo de que isso gera dinheiro. Dinheiro este que advém não apenas da venda das camisinhas, mas também da venda dos remédios para controlar as doenças sexualmente transmissíveis. No caso específico da aids, a venda dos remédios é contínua, já que não há cura, apenas tratamento. E para aqueles que vierem me dizer que as pessoas ganham os remédios, os ditos coquetéis anti-aids, eu respondo que tais remédios não são gratuitos. As indústrias farmacêuticas que o produzem não o fazem por caridade. Alguém precisa pagar por eles para que sejam distribuídos pelo governo. Então, no caso da aids, quem paga pela não-prevenção é todo o povo, porque o dinheiro do governo vem dos impostos pagos pela população.


Saiba mais:





CDC - hiv (em inglês)

CDC - prevenção (em inglês)




FDA (em inglês)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Policial tira a roupa no meio da rua



Aconteceu aqui em Joinville (SC), ontem (17), na Rua Isabel Cristina da Fonseca Nascimento, bairro Adhemar Garcia. Crianças e adolescentes brincavam na rua e faziam barulho. Um morador acionou a Polícia Militar. O policial Mário Casprechen veio ao local. Colocou as crianças no muro, como se fosse um paredão, acuou-as, atirou contra elas (mas não acertou). Depois, revoltado com a situação, começou a se queixar de que seu salário não valia o desaforo que ele tinha que aguentar. Em frente a uma câmera, o policial ofereceu a arma a um dos adolescentes e a um dos moradores, disse que eles podiam ficar com ela e com a sua farda, que começou a tirar, na frente de todos.
Analisemos a situação: o policial já havia sido afastado por motivo de estresse anteriormente. Por que voltou à ativa? Acontece muito na profissão de policial, como acontece na profissão de professor, de profissionais serem afastados por motivo de estafa ou estresse, passarem por tratamento, voltarem à junta médica que os avalia como aptos a voltarem a trabalhar - mas muitas vezes não estão aptos ainda.
Tenho uma amiga que disse que os consultórios psiquiátricos estão lotados de pacientes professores e policiais. Há uma série de fatores que contribuem para isso. Um deles é a falta de valorização. Não estou falando de salário (apesar que a valorização salarial também deveria existir). Estou falando do valor que os cidadãos dão a esses profissionais. Todo mundo se acha apto a dar palpite na vida do professor e do policial, acreditando que sabem como tais profissionais deveriam agir. Tanto o professor quanto o policial precisam aturar algumas atitudes de pessoas sem educação, que não os respeita. Pior é que, em matéria de lei, não há muito que se possa fazer para retomar a autoridade que tais profissionais tinham outrora e que já não mais a tem.
Não estou, de forma alguma, querendo defender a atitude do policial. Não importa quanto barulho as crianças estivessem fazendo ou qual atitude tiveram quando o oficial chegou, nada justifica emparedá-las e atirar contra elas. Mas o órgão para o qual o policial trabalha deveria ser responsabilizado, por não ter levado com seriedade o desequilíbrio emocional de seu funcionário. Que a profissão é insalubre, insalutar, isso é notório. Mas muitas vezes a junta médica do estado menospreza e desmerece laudos médicos que afirmam que o profissional deveria se manter afastado por mais um tempo. E o resultado é esse: profissionais agindo sem pensar nas consequências.
Há que se pensar com cuidado no rumo que as coisas estão tomando. Se não, atitudes como a do senhor Casprechen serão cada dia mais comuns, nas ruas, com nossos policiais, e nas escolas, com nossos professores.



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Smurfs - estreia no Brasil

O filme dos Smurfs estreia lá fora em 12 de Julho e no Brasil a estreia está marcada para 12 de Agosto. A história sobre os pequeninos seres azuis que vivem na floresta, em uma vila de cogumelos, pretende esquentar as telinhas.
Para quem foi criança nos anos 80, não será difícil se lembrar de que estes pequeninos, liderados por Papai Smurf e com a ajuda da linda (e loira) Smurfette, são perseguidos por Gargamel e seu gato cruel. No cinema, eles chegam a Nova Iorque e prometem muita diversão.
Seguem os thrailers já lançados do filme.





Direção de Raja Gosnell, roteiro de J. David Stem e David N. Weiss.

Vi no Blog da Prof.Deinhah.

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terça-feira, 8 de março de 2011

Por que S&M de Rihanna foi proibido em 11 países



Análise do clipe de Rihanna - S&M, que foi proibido em mais de 11 países logo após seu lançamento.


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Dia da mulher: comemorar?

Muito se pode dizer sobre o dia da mulher - 8 de março. A data passou a ser reconhecida em 1975, quando foi assinado um decreto pela ONU (Organização das Nações Unidas).

A data 8 de março foi escolhida porque, no ano de 1857, mulheres trabalhadoras de uma fábrica de tecidos em Nova Iorque resolveram fazer uma greve para reivindicar alguns direitos: salários equiparados aos dos homens (elas chegavam a ganhar 1/3 do que eles ganhavam), redução na jornada de trabalho (que chegava a 16 horas diárias) e tratamento digno nas relações de trabalho. A greve não funcionou. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica e um incendiou foi iniciado, o que acabou por matá-las.
Durante muitos anos, o dia 8 de março era um marco, uma data em que mulheres pelo mundo todo se reuniam para discutir sua situação no mundo, seus direitos pelos quais lutar, os problemas enfrentados. Hoje em dia, a data se resume a uma comemoração, como o dia do professor ou o dia da secretária.

O maior problema que vejo não é a mulher lutar por seus direitos. O problema é a mulher querer APENAS os direitos. Todos os dias me deparo com mulheres que querem igualdade com os homens. Mas esta igualdade não está presente na hora de dividir as contas, por exemplo. Uma mulher não liga que o homem pague a conta do restaurante para ela, mas se incomoda se tiver que pagar para ele. Peraí, que igualdade é esta? Apenas no que convém?

Certa feita, tive uma conversa com uma amiga, que me contava que se separou do marido, mas ainda o amava. Perguntei-lhe o motivo da separação. Ela me disse que ele não conseguia se fixar em emprego nenhum, e ficava em casa enquanto ela precisava sustentar a família. Perguntei-lhe se quando ele ficava em casa, ele lavava, passava, limpava, cuidava das crianças. A resposta para todas as minhas perguntas era sim. Perguntei-lhe se ele, quando em casa, agia como uma "dona de casa". Ela parou por um momento, me olhou como se eu estivesse lhe dizendo uma coisa óbvia que ela jamais havia percebido. Eu lhe disse que, se antigamente os homens trabalhavam fora para sustentar a família enquanto as mulheres cuidavam da casa e dos filhos, por que ela não poderia inverter os papéis, já que vivemos numa sociedade em que as mulheres buscam igualdade com os homens. Ela me disse que eu tinha razão. Mas não voltou para ele. Às vezes penso que o preconceito ainda é grande nesses nossos dias.

Outro problema que vejo na emancipação da mulher é a obrigatoriedade que isso gerou para o sexo feminino. Não, as mulheres não são literalmente obrigadas a trabalhar fora, mas há um certo espanto quando se escuta de uma mulher que ela é "do lar". Há aquele olhar de quem pensa "então seu marido é obrigado a sustentar a família sozinho? então você não teve a dignidade de arrumar um emprego? então você é submissa a seu marido?" e por aí vai. Na verdade, penso que a mulher ganhou muito com a emancipação feminina e a luta pelos direitos das mulheres. Contudo, a família perdeu muito (eu diria quase tudo). Vejo crianças que são criadas pela televisão e pela escola, sem valores morais, sem carinho, sem atenção de pai e mãe. Crianças perdidas, que não sabem o que fazer nem a quem recorrer. Filho é coisa séria, gente. Seria necessário planejar antes de sair parindo por aí, para depois "dar um jeitinho". Como queremos uma sociedade justa, fraterna, igualitária e respeitadora, se os pais não tem tempo para ensinar esses valores a seus filhos?

E mais: quero meu direito de ser diferente dos homens. Não quero ser igual a eles. Quero poder ser mais frágil, mais sensível, mais sentimental, mais fraca fisicamente. Isso não significa ser oprimida. Quero ser respeitada pela minha diferença, não pela minha pseudo-igualdade. Sou mulher, sou diferente de um homem. E tenho orgulho disso!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Análise simbológica - Born this way - Lady Gaga



Clipe novo de Lady Gaga, Born this way, gera polêmica mais uma vez.
Fãs da cantora no Twitter questionam: "E agora, vão dizer que ela copiou quem?". Segundo o Jornal do Brasil, "a superprodução carrega referências planetárias de Star Wars, terras lúdicas de Tim Burton e cenas violentas praticamente tiradas de Sin City." Não é primeira vez que Gaga é acusada de plágio (segundo o mesmo site, a cantora já teria plagiado Expresse yourself, de Madonna).
Contudo, a maior polêmica não será causada pelas acusações de plágio. O clipe é bastante simbólico e, quando se fala de símbolos, as interpretações podem ser as mais variadas possíveis.
O clipe se inicia com um triângulo invertido. Segundo alguns estudos semióticos, tal triângulo representa o órgão sexual feminino. Isso faz muito sentido, já que o clipe mostra não apenas um, mas vários partos. Inclusive, nas estrelas, é possível verificar a imagem de um sistema reprodutor feminino, com útero, trompas e ovários.

No início do clipe, Gaga aparece narrando um trecho que não faz parte da música. Na verdade, faz parte do Manifesto of Mother Monster. O Manifesto explica que estamos em um G.O.A.T. (Government Owned Alien Territory), um governo pertencente ao território alienígena no espaço e que o nascimento de uma nova raça se inicia, porém, esse nascimento não é finito, mas sim infinito, jamais termina. No clipe, isso se justifica pelo fato de vermos imagens de parto o clipe todo.




É com essa nova raça que nasce da Mother Monster que se inicia uma nova raça humana, sem preconceitos, sem julgamentos, com uma imensa liberdade - a raça do futuro. Porém, ao mesmo tempo, há um outro nascimento: o nascimento do mal. Nesse momento, a Mother Monster se divide em duas, dando vida à nova raça e ao mal. "E então ela teve de fazer uma escolha. O pêndulo da escolha começou a balançar. Deve ser fácil para você imaginar que o pêndulo penderia imediatamente para o bem, mas ela pensou: 'como proteger algo tão perfeito sim o mal?' " Esta luta entre o bem e o mal, conhecida em filosofia como maniqueísmo, representa que sem o mal não há como se ter noção de bem e vice-versa. Para quem conhece um pouco da simbologia maçônica, sabe que isso faz parte dos ensinamentos deste ordem "discreta" - todo bem traz em si a semente do mal. Aliás, os triângulos e pirâmides também fazem parte da semiótica da maçonaria.




Com o nascimento do mal, representado por uma metralhadora que Gaga tem nas mãos (há quem afirme que se refere à polêmica inclusão dos homossexuais no exército americano), nasce o homem esqueleto, chamado de Zombie Boy, o tatuado e assustador modelo Rick Genest.




Aí começa realmente o clipe, com pessoas diferentes dançando da mesma forma, como uma legião de pessoas que aceita as diferenças do grupo - o que é perfeitamente conciliável com a ideia transmitida pela música, de que as pessoas nascem e precisam ser aceitas do jeito que são. Gaga também aparece com alguns "caroços" nos ombros, como se fossem ossos pontudos, e os ossos da face também parecem saltar (provavelmente querendo representar que tudo bem ser diferente).
Gaga não apenas pariu o mal, como aparece flertando e seduzindo-o. Nesta cena, há alusão ao relacionamento homossexual masculino, uma vez que os dois personagens que aparecem estão usando smokings - roupa caracteristicamente masculina. 




Aliás, o clipe todo é permeado de cenas de conotação sexual. Algumas vezes, Gaga leva a mão na direção da genitália e, com os dedos fechados como se segurasse um pênis, parece simular masturbação masculina. Em outros trechos, vemos várias pessoas envolvidas numa relação que parece ter ser sexual. Mãos sendo passadas nas partes genitais aparecem em vários momentos, no que parece ser uma forma de seduzir o telespectador. A sexualidade aflorada sempre fez parte dos clipes de Lady Gaga e não poderia ficar de fora deste, cuja música traz fortemente a bandeira de defesa dos homossexuais.







No fim do clipe, aparece uma cena em que Gaga faz uma homenagem a Michael Jackson, lembrado pelo beco escuro de thriller, e outra a Madonna, com seus dentes separados. Curioso é que Lady Madonna Gaga aparece chorando, escorrendo uma lágrima de seu olho. Seria uma provocação de Lady Gaga, insinuando que Madonna está triste por estar perdendo seu posto de rainda do pop? Seria uma alusão ao fato de que muitas pessoas disseram que Gaga plagiou Madonna?




Algumas pessoas se questionam sobre o unicórnio que aparece no início e no fim do clipe. Segundo alguns estudiosos de semiótica, o unicórnio pode representar uma união entre o nosso mundo e o mundo esotérico. Outros dizem que o chifre do unicórnio, localizado bem no meio da testa, seria uma forma figurativa do "olho que tudo vê" que, segundo a maçonaria, é o olho do grande arquiteto do universo, do qual nenhum ser humano pode se esconder.


Fontes: LadyGaga.com, @Ve_zin, Jornal do Brasil, Habbid


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